Sobre o Amelinismo - parte I
- Romulo Sousa

- 9 de abr. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 4 de nov. de 2025

Olá!
Muitos estudiosos de igrejas históricas acreditam que as profecias contidas no Livro de Apocalipse acerca do anticristo e da volta do Sr. Jesus são simbólicas, i.e., toda a visão apocalíptica constatada a partir do capítulo 4 sobre o milênio, a Grande Cidade e as marcações temporais, . Percebo que há incoerência na interpretação de termos na passagem que exporei adiante, passagem muito conhecida pela Igreja.
Lê-se em Dn 9.26-27 que "o Ungido será morto e não terá nada" (NAA) e "o povo do príncipe que há de vir".
Dois personagens distintos em uma única cena. "O povo do príncipe" ou "o príncipe ungido" aparecerá e destruirá a cidade de Jerusalém somente depois que "o Ungido, o príncipe for tirado". No Antigo testamento, fazer cessar o sacrifício e a oferta de cereais é fazer o culto parar/cessar, tanto quanto "fazer aliança com muitos" e depois rompê-la (cf. Dn 11.31).
Portanto, entendo que "o príncipe do povo que há de vir" e "o Ungido, o Príncipe" são dois personagens diferentes onde o primeiro é o anticristo, o segundo é o messias de Deus.



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