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O 7 de Setembro e o Papel da Igreja na Política do Brasil

  • Foto do escritor: Romulo Sousa
    Romulo Sousa
  • 7 de set. de 2024
  • 4 min de leitura

Atualizado: 19 de jan.

O 7 de setembro e a Igreja
O 7 de setembro e a Igreja

Olá!

Sabemos que a “descoberta” do Brasil pela Coroa Portuguesa estava firmemente apoiada pela fé católica romana que aproveitou o momento expansionista para acumulo de riqueza. Apesar disto, a fé católica romana teve seu papel importante no cenário constitucional do passado para que o nosso país não se tornasse um país social-ateista. Ao lado disso, a fé cristã protestante cresceu e apareceu no cenário político mundial e brasileiro, movida em sua origem pela Grande Reforma e seu posterior movimento reformado, desde o século XVI até os dias atuais.


Entretanto, a fé cristã protestante tem passado por abalos na doutrina escatológica e na doutrina da piedade e, que por sinal, tão defendida por igrejas “pentecostais tracionais”, nestes últimos dias tem sido escandalizada principalmente pela falta de santidade de muitos cristãos e pastores.


A minha reflexão está orientada pelas palavras dos Apóstolo Paulo e Tiago e pelo pensamento de A. A. Hogde acima exposto.


Como o Brasil será influenciado no Caminho de Deus?


Sem sombra de dúvidas pelo compromisso pela prática da doutrina da piedade:


“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.2 E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”, Rm 12.1,2 ARA.


“vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo”, 1Pe 2.5 RC.


Pastores “Pentecostais” que não fazem jus ao fundamento do Movimento Pentecostal Original e nem tão pouco aos movimentos avivalistas do passado entrometem-se em terreno arenoso e árido só para manifestarem de seus corações uma vida profana e divorciada de Deus. Como “violadores da aliança” (Dn 11.30), são estradas bem estruturas para o futuro Governo do Anticristo e Idolatria de seu Estado imperialista. Isto que falo não é uma utopia, pois, se em plena democracia Lula conseguiu o apoio até do STF, com seu "representante maior" Alexandre de Moraes, para libertá-lo da prisão e outros “parceiros” neste tão claro golpe, se o ministro Jurista Alexandre de Moraes conseguiu determinar medidas anticonstituicionais para frear um suposto golpe de direita – ainda em vista o fatídico de 8 de janeiro de 2023 – quanto mais uma liderança de proporções mundiais terá apoio dos países democráticos para executar toda a sua vontade?

Infelizmente, ainda se vê o coronelismo e voto do cabresto nordestino fazendo parte do cotidiano da Igreja no Brasil. E pasmem isto não é novidade na história humana e da igreja. No Império Romano do I século da Era Cristã, os lideres judaicos por meio do Sinédrio controlavam a vida dos judeus. Faziam-se donos da vinha de Deus. E ai daqueles que desafiavam suas posições e doutrinas. A igreja pentecostal, doravante Igreja no Brasil, tornou-se terra fértil para que este tipo de pensamento e comportamento retornasse. Somos um povo sofrido, analfabetos funcionais, supersticiosos e carentes de um herói, de um salvador, que entenda nossas fraquezas, que sinta o que nós sentimos, e que nos livre do desespero absoluto.


Penso nos puritanos. Há necessidade devemos influenciar de todas as formas lícitas ofertadas e oportunizadas para demonstrar a verdadeira vida que procede de Cristo, expor tão claramente quanto for possível que a morte no mundo é responsabilidade humana e que a vida de Deus é possível para todo o que crer em seu Filho e Soberano dos Reis da Terra, Salvador Imaculado e Príncipe da Paz.


Fazendo menção do texto da Jornalista Maria Carla no site da SINPRO-DF¹, o verdadeiro movimento evangélico e pentecostal deixa claro que Jesus não é socialista (como já ouvi alguém dizer que Jesus é socialista), no entanto, sempre se importou com a justiça social, com as minorias, com as mulheres, com as crianças e com a causa dos trabalhadores, e principalmente em comunicar que a verdadeira libertação – do medo, da rejeição, do ódio e do império - não está aqui ou ali, mas nos corações.


As loucuras, bizarrices, falta de unidade (com as outras igrejas notoriamente protestante e históricas) e de identidade do povo de Deus oriundas do “movimento pentecostal” enfraqueceu um movimento logo no seu início e que tinha tudo para ser “pentecostal”.


Portanto, eu acredito que o Deus Trindade quer que sua Igreja no Brasil, que faz parte “da coluna e firmeza da verdade” (1Tm 3.15), alce em uma só voz, em oração e pelo ministério da palavra, para atuar como agente transformadora da política no Brasil e em todo resto.


Citando Franklin Ferreira, Pastor e Professor, em sua coluna no Jornal Gazeta do Povo²: "Dentro desse contexto, a expectativa que persiste é a reação da Igreja, instituição que tem capilaridade para instruir a população; (...) instruir as futuras gerações para que defendam a cosmovisão cristã e atuem como defensores da fé e se posicionem de forma firme e constante na certeza de que a Bíblia Sagrada é o melhor referencial teórico para erguer e balizar uma nação. Os preceitos bíblicos continuam sendo o antídoto para as principais mazelas, inclusive as sociais e institucionais."


É urgente o resgate “da doutrina que é segundo a piedade” (1Tm 6.3), sendo como as outras denominações evangélicas existentes (1) a voz clamando no deserto e (2) a voz que aponta para O CORDEIRO DE DEUS que tira o pecado do mundo (Jo 1.36; 3.36).


É urgente o despertar da Igreja que em sua maior parte dorme.


É urgente a cura da Igreja que em sua maior parte está doente.


É urgente o fortalecimento da Igreja que em sua maior parte está fraca.


Porque não discerniu sua identidade e função.


Porque se afastou do Senhor Jesus.


Porque deixou de crer nas Escrituras e no Poder de Deus.


"A Fé justifica nossa pessoa, mas as obras justificam nossa fé e nos declaram justificados perante os homens, porque não podem ver nem conhecer nossa fé senão nossas obras", A. A. Hogde.

Deus tenha misericórdia e tenha compaixão do Brasil!



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