Ao longo desta série, vimos que a esquerda opera como religião secular, ignora a profundidade do pecado humano e tende a desumanizar o adversário. Agora chegamos ao núcleo do problema: a promessa de construir o paraíso dentro da história aqui e agora. A frase “não tenho fé para ser esquerdista” ganha aqui sua dimensão final. O cristão não rejeita a esperança; ele rejeita a esperança deslocada.