Vivemos dias em que a inocência é tratada como algo descartável. A infância, que deveria ser um tempo de formação segura e de aprendizado à sombra do lar e da Igreja, tem sido invadida por conteúdos, ideologias e comportamentos que antecipam o relógio da maturidade de forma artificial e destrutiva.
Vivemos dias em que as manchetes parecem ecoar os antigos rolos proféticos: guerras, rumores de guerra, crises ambientais, morais e espirituais. Mas, afinal, estamos vendo o cumprimento da profecia bíblica?