Chegamos ao final da primeira temporada da série “Não Tenho Fé para Ser Esquerdista”. O que começou como uma frase provocativa revelou-se, ao longo dos episódios, uma afirmação profundamente teológica.
No episódio anterior, vimos que a esquerda funciona como uma religião secular, deslocando a fé de Deus para a história. Agora chegamos ao ponto de colisão mais profundo entre a utopia revolucionária e a fé cristã: a doutrina do pecado.