No segundo ato do filme O Todo Poderoso, Bruce Nolan já está confortável com seus novos “poderes divinos”. Ele move o trânsito, impressiona os colegas, ganha reconhecimento, se diverte. Ele usa o que recebeu — não para servir — mas para se exibir.
O que vemos é um retrato cômico de algo tragicamente real: o uso dos dons para autoafirmação.