Vivemos dias em que a dor não grita — apenas silencia. O suicídio entre pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) tem se tornado um lamento cada vez mais comum, ainda que profundamente ignorado pela sociedade, pela mídia e, por vezes, até pela própria Igreja.
Mas o que a escatologia cristã — especialmente a visão reformada — tem a dizer sobre essas mortes silenciosas? Há esperança para autistas que, em meio à dor psíquica e existencial, acabam tirando a própria vida?