Vivemos dias em que a angústia da alma se alastra como sombra sobre a geração presente. As estatísticas gritam, mas o silêncio dentro das igrejas ecoa. O número crescente de casos de suicídio – entre jovens, idosos, autistas e até líderes cristãos – nos obriga a perguntar: estamos prontos para cuidar dos que estão à beira da morte emocional e espiritual?